Etteilla  de nome  Jean-Baptiste Alliette, foi o primeiro a DESENHAR o Tarot de Marseille (1738-1791),, também o francês (contemporâneo) de Gebelin), é um  nome de a citar  na história do Tarot, (divulgação do baralho e  livros –  Manière de se récréer avec le jeu de cartes nommées tarots (Maneira de se divertir com o jogo de cartas denominadas tarots), +-1785, e  reeditado O Livro de Thoth, acompanhado das 78 cartas

Etteilla  refere  indicações práticas que tiveram grande influência sobre os cartomantes da época, como foi o caso de Mlle.Lenormand..

Etteilla foi o primeiro a publicar uma relativamente completa linguagem e gramática para o Tarô, uma metodologia prática para seu uso e certas correspondências. Todavia, por seu mérito, ele reinou sobre algo que nenhum de seus companheiros pôde ter tido crédito: criou a ferramenta e ainda contemporânea a prática para a adivinhação relacionada a outras formas de Esoterismo. Graças, em grande parte a Etteilla, muitos ocultistas e pessoas afins puderam utilizar um baralho de Tarot especialmente desenhado para fins Esotéricos e aplicar um método, relativamente completo, coerente e racional para acessar sua sabedoria e poder.

Eliphas Levi, nome  Alphonse Louis Constant Seminarista (1810-1875), filósofo e artista plástico dedicou-se  ao estudo dos símbolos e que deixou muitos seguidores. Autor do livro “Dogma e ritual da Alta Magia” (1856), descreve o Tarôt como uma síntese da ciência e chave universal da Cabala. Estabeleceu a correspondência entre as 22 letras do alfabeto hebraico( os 22 caminhos da Árvore da Vida quew se unem entre si os Sephirot  – e os 22 Arcanos Maiores., invoca a Cabala, a alquimia e a astrologia, bem como a tradição hermética, Eliphas Levi defendia que o Tarot oculta os segredos dos antigos conhecimentos.

Deste período, próximo de Stanilas de Guaita, destaca-se Oswald Wirth   suíço, autor de obras que se tornaram clássicas, como: “O simbolismo hermético em suas relações com a alquimia e a franco-maçonaria”, “O simbolismo astrológico” e, sobretudo, “O Tarô dos imaginários (dos santeiros) da Idade Média”.

Ainda que se atribua a Wirth a primeira tentativa de conceber e editar um Tarot especificamente esotérico, conhecido por Tarô Oswald Wirth, a série que idealizou e desenhou, em 1889, é fortemente inspirada no Tarô Clássico ou Tart de Marselha. maçom, o  seu trabalho não constituiu um “tarôt maçônico”, exclusivo,

Um deles, MacGregor Mathers (1854-1918), obteve grande notoriedade e está associado ao ressurgimento do ocultismo e da Magia na virada do século XIX.,Ligado a lojas maçônicas e a sociedades Rosa crucianas, fundadador da “Ordem  Aurora” Dourada” a   “Golden Dawn” com William Robert Woodman e William Wynn Westcott ,-  livro “O Tarot:” um pequeno tratado sobre a leitura das cartas”, até hoje publicado e traduzido ao português, MacGregor Mathers propõe-se a dar aos seus leitores “uma idéia do profundo significado das cartas de Tarot e de como ele poderá ser utilizado para fins divinatórios”(Um dos meus autores favoritos).

Entre os ingleses ligados aos estudos esotéricos e que se dedicaram ao tarô, Arthur Edward Waite (1857-1942) é um dos mais apreciados e traduzidos. Pesquisou e escreveu vários livros, “The Key to the Tarot” e The Holy Kabbalah”.

Sob sua iniciativa e supervisão, um baralho de 78 cartas – Tarot Rider – foi desenhado por Pamela Colman Smith.

Aleister Crowley (1875-1947).

Iinspira Lady Frieda Harris a redesenhar as cartas do TarôT. Esse trabalho,  rico estéticamente, afasta –se  completamente dos desenhos clássicos dos arcanos. O Tarô de Crowley só foi impresso pela primeira vez em 1971, com o livro The Book of Thoth. (ignorando também o valor simbólico)